Marian, em sua imaginação, visualiza os clássicos do cânone tipográfico reinterpretados para o contexto contemporâneo. Entre esses clássicos estão nomes como Garamond, Granjon, van den Keere, Kiš, Fleischmann, Fournier, Baskerville, Bodoni e Austin, todos redesenhados e ressuscitados. Entretanto, é importante observar que esses redesenhos não constituem meras recriações ou interpretações exatas de modelos históricos. Em vez disso, eles se caracterizam por simplificar as formas fundamentais desses modelos, retirando-lhes os elementos supérfluos. Dessa forma, essas nove fontes serifadas e uma Blackletter são reduzidas à sua estrutura essencial. Esse processo de redução, embora elimine a essência original dos tipos de letras, consegue preservar sua vitalidade e sua essência intrínseca.