A família tipográfica Amorinda constitui uma investigação sobre a tensão formal do traço caligráfico. Ela se define por uma dualidade pouco comum: a capacidade de manifestar uma natureza “selvagem” e desinibida sem perder a coesão sistêmica. Do ponto de vista acadêmico, a Amorinda se destaca pelo manejo do ritmo; enquanto suas formas sugerem uma espontaneidade gestual, sua engenharia de conexões garante uma legibilidade disciplinada. É uma peça projetada para a versatilidade comunicativa, funcionando com igual eficácia tanto como um agente de impacto visual disruptivo quanto como um elemento de proximidade que humaniza a marca tipográfica em ambientes digitais e analógicos.
Reconhecimentos e Prêmios
2004
Bienal de Tipografía Latinoamericana. Selección
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