Flor da ruína, nascida da fratura. Artefato tipográfico. Cada glifo brota de uma fenda em ruínas. Essa tipografia é um artefato impotente diante da violência; no entanto, ela se impõe como ferramenta para dar visibilidade à dor, à intolerância, à violência e aos crimes contra a humanidade.
Não busca embelezar, nem facilitar a leitura; pretende interromper, incomodar e somar-se à resistência gráfica.
Recusa-se a ser domesticada pelos discursos de ódio e pela leitura automática.